Ano Novo
Os segredos e superstições para entrar em 2021 com o pé direito!

Estilo de Vida

Fique a conhecer alguns truques e superstições para entrar em 2021 com o "pé direito."

Qui, 31/12/2020 - 21:00

Estamos a poucas horas de dizer "adeus" a 2020. Para que o próximo ano seja repleto de alegrias, saúde e conquistas, o mundo segue as mais variadas superstições no dia da Passagem de Ano e também no dia 1 de janeiro, para poder receber o novo ano com o "pé direito". Fique a conhecer algumas delas e faça de 2021 o seu ano!

Entrar com o pé direito

Uma das mais famosas e típicas superstições e entrar no novo ano que se avizinha com o pé direito. A ideia é entrar em 2021 apoiado apenas no pé direito para que tudo corra bem nos próximos 366 dias [porque 2020 é ano bissexto]. 

As 12 passas e os desejos

Enquanto ouve as 12 badaladas que dão as boas-vindas a 2021, coma 12 passas e peça outros tantos desejos. Os nosso vizinhos de Espanha defendem que quando o ritual é bem feito, aquilo que se deseja acaba por acontecer.

A cadeira e a nota

Para que 2021 seja um ano de sucesso a nível financeiro, há quem suba para cima de uma cadeira quando se ouve as 12 badaladas que assinalam o início de um novo ano. Outra superstição ligada ao dinheiro é guardar uma nota no sapato. Este gesto garante bolsos cheios ao longo do ano. 

Nada de discussões

Nada de discussões no primeiro dia do ano. Se existem discussões no dia 1 de janeiro é sinal de que vem aí um ano cheio de conflitos. O melhor é evitar ao máximo conflitos neste dia e, se possível, durante o ano inteiro. O truque é desvalorizar assuntos que podem ser razão de discórdia.

Subir às alturas

Na última noite do ano de 2020, diga «adeus» ao medo das alturas e suba para cima de um banco ou de uma cadeira. Na hora em que soarem as 12 badaladas, salte do banco/cadeira. Esta superstição, de origem peruana, vai garantir-lhe crescimento [a nível pessoal e profissional] no novo ano que se avizinha.

A roupa interior

Esta é uma das superstições mais populares e mais adotadas pelos portugueses e passa pela escolha minuciosa da roupa interior. Há quem defenda que a lingerie, os boxers ou as cuecas devem ser azuis, para que o ano seja repleto de coisas boas e de sucesso. Também há quem opte pelo amarelo ou dourado, que significa dinheiro e poder, ou o vermelho, que significa amor e é a mais escolhida por quem procura uma vida amorosa bem sucedida. Independentemente da cor escolhida, a superstição exige que a roupa interior seja nova. 

Sorte no amor

Aproveite os primeiros momentos de 2020 para abraçar, beijar e acarinhar a pessoa que está do seu lado. Estes gestos farão com que a relação que mantém continue sólida e, quem sabe, o novo ano traga novas evoluções, como um casamento ou a chegada de um novo membro à família. 

Viajar

Se o seu desejo para 2020 é viajar mais, aproveite a noite de Passagem de Ano para passear com uma mala de viagens, mesmo que esta esteja vazia. Na Venezuela, defende-se que esta superstição é sinal de muitas viagens no futuro. 

Mau Olhado

Quer livrar-se dos maus espíritos, más energias e do mau-olhado? Pegue em tachos, grite e faça estourar a rolha da garrafa de champanhe. Era tradição era levada muito a sério em Lisboa. Tanto que as pessoas chegavam a atirar pratos e tachos pelas janelas.

Deixar para trás tudo o que é velho

Este é um ritual que lhe pode sair caro... Literalmente! A teoria italiana defende que devemos desfazer-nos de acessórios, roupas e móveis antigos. Deixar para trás tudo o que é velho permitirá que invista em algo novo e que comece a projetar o futuro. 

Leitão à mesa

O leitão é um dos principais pratos da última noite do ano. Tudo porque é sinal de abundância, boa sorte e progresso. Já o peru, a galinha e o pato não são recomendados pois há quem acredite que voam com as coisas boas.

Saltar ondas

Esta é uma superstição que lhe pode dar alguns arrepios, mas que os brasileiros defendem ser a fórmula para o sucesso! Se saltar sete ondas durante os primeiros minutos de 2020, esse gesto irá atrair força para superares todos os obstáculos que possam aparecer.

Texto: Mafalda Mourão; Foto: D.R. 

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